Momentos de terror resultaram em 6 pessoas mortas em cidade do Maranhão

7/01/2018 Richard Cabrera 0 Comments

Assassino fez quatro vítimas, em seguida foi morto com seu comparsa após serem linchados pela população.

O assassino, Marlon e seu companheiro (nome não divulgado), que foi linchado na primeira confusão, pela população.
Tudo aconteceu, na madrugada do último sábado, 30 de junho, em um festejo junino, da cidade, São João do Soter, que fica localizada à 413 km da capital maranhense.

As primeiras vítimas da tragédia foram, o secretário de Cultura da cidade, Cícero de Jesus Costa Rocha (ex-vereador e soldado reformado da PMMA), de 44 anos; o vereador Antônio da Conceição Aguiar, conhecido como “Totonho” (PTN), de 46 anos; e José Ferreira da Silva Júnior, conhecido como “Júnior do Nasa”.
Cicero Rocha, Antonio Aguiar e Júnior Nasa, foram as primeiras vítimas.
Tudo aconteceu em um festejo, que deveria ir somente até as 3h, como ultrapassou o horário, os policias pediram para desligar o som, mas o secretário interveio para que procedessem com a festa, pois ainda havia muita movimentação. A polícia teria alertado que o que ocorresse seria de responsabilidade do secretário.

Instantes depois, chegaram dois homens que passaram a discutir com um outro grupo, que saiu correndo diante de ameaças. O secretário, Cícero Rocha, se dirigiu ao homem, que estava descontrolado, para tentar acalmar os ânimos e foi alvejado a tiros. Na sequência, Totonho, foi em direção ao atirador e também foi atingido por disparos. O assassino saiu correndo e foi perseguido pelo “Júnior do Nasa”, que também foi baleado.

O assassino foi um rapaz, de nome, Marlon, que estaria acompanhado por seu comparsa. Após toda confusão, os dois tentaram se evadir do local, mas, no momento da fuga, o comparsa de Marlon, não conseguiu dar partida na motocicleta e acabou sendo dominado e linchado por pela população. O comparsa ainda foi socorrido e levado para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento), da cidade de Caxias, onde não resistiu e foi ao óbito.

O assassino, identificado apenas como Marlon, conseguiu fugir, embrenhou em um matagal, passando a ser procurado pela polícia.

No dia seguinte, o terror que deveria ter dado o fim, apenas continuaria. Em grupos de WhatsApp, pessoas da cidade divulgaram áudios, no qual, o pistoleiro rondava a casa dos familiares de ex-prefeitos de São João do Soter.

De acordo com a polícia, neste domingo (1º), a população e militares procuravam por Marlon e teriam o encontrado em uma área de matagal. O filho de Luíza Rocha (ex-prefeita da cidade), estaria no grupo e de acordo com a polícia, o jovem que foi identificado como Tássio Rocha, acabou morrendo durante um confronto contra o assassino, Marlon.
Tássio Rocha, filho dos ex-prefeitos de São João do Soter, morto no segundo confronto, contra, o assassino Marlon.
Tássio Rocha, o filho do casal de ex-prefeitos de São João do Sóter, Clodomir e Luiza Rocha, fora morto pelo criminoso que fez o maior derramamento de sangue jamais visto na cidade de São João do Sóter. Tassio Rocha, foi atingido com um tiro na cabeça dentro de um matagal, quando procurava, junto com populares, o criminoso que tava escondido na área. 

O tenente-coronel Márcio Silva Rogério, comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar em Caxias-MA, sustentou a informação de que Marlon foi linchado e morto pela população logo após a morte de Tássio. Também disse que a polícia nada pôde fazer para evitar a morte dele e que a quantidade de policiais não poderia ter evitado as pessoas de procurarem por conta própria pelo suposto assassino.
"Lá na hora ninguém segura a população. A polícia pediu muito para ninguém entrar dentro do mato, mas infelizmente era muita gente. Nós éramos 12 policiais. A gente pediu para ninguém entrar e entraram por um outro lado onde estávamos.. então como a gente poderia conter a população? Eles encontraram o Marlon primeiro que a polícia. Quando chegamos já tinha acontecido os disparos porque foi rápido e não teve como evitar a situação", declarou o comandante.
Com informações do G1 Maranhão e Blog do Marcos Monteiro

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